Pensando nessas grandes mudanças que podem acontecer em alguns anos, o pessoal do Mashable elaborou uma lista com as cinco grandes transformações que podemos esperar os consoles e que devem melhorar a nossa experiência enquanto jogamos.
1. Controles por movimentos
Essa não é exatamente uma novidade, sendo que a maioria dos consoles dessa e da próxima geração já contam com dispositivos que permitem isso. O grande exemplo de controles funcionado através da leitura de movimentos é o Kinect da Microsoft.
Ainda assim, o dispositivo atual não é lá um grande especialista no que faz, sendo que, por vezes, é necessário se esticar mais do que você desejaria para que o aparelho reconheça os movimentos. Falando nesse tipo de falha, não podemos esquecer as soluções da Sony e da Nintendo que também pecam na sensibilidade em vários momentos.
2. Segunda tela mais eficiente e funcional
Essa é uma das integrações que podem ser feitas com os novos consoles, mas até agora não foi muito aproveitada, ao menos pelo que temos visto no Wii U com seu GamePad. O dispositivo tem uma tela sensível ao toque, mas até o momento não trouxe grandes aprimoramentos para a jogabilidade do console que não a exibição de informações adicionais para o que acontece na tela principal.
Além do GamePad, pomos falar ainda do SmartGlass do Xbox One, que pretende integrar o console com tablets e outros dispositivos do gênero. Nesse caso, os jogadores poderiam realizar diversas atividades sincronizando seus aparelhos com os consoles, como observar o progresso de amigos no mesmo jogo e várias outras aplicações.
3. Realidade aumentada
Mais um tópico muito discutido há bastante tempo, mas que parece estar se tornando uma realidade cada vez mais próxima. Ao que tudo indica, o Oculus Rift pode ser o primeiro grande sucesso em seu segmento para o mundo dos games. Na E3, foi possível conferir uma pequena demonstração do aparelho com vários jogos feitos exclusivamente para apresentar as funcionalidades do aparelho.
É interessante que notar que o dispositivo tem recebido pesados investimentos para terminar o seu processo de desenvolvimento. Cerca de US$ 16 milhões chegaram à conta da empresa a fim de acelerar isso. É interessante notar que, como ele está funcionando com engines bastante utilizadas no mercado, como Unreal 4 e Unity, é muito provável que o aparelho ganhe muitos adeptos. Fora isso, a empresa já prepara uma nova versão melhorada do aparelho, também apresentado na E3, o OculusVR.
Se você achava que a tomada do YouTube pelos gamers que desejam compartilhar suas experiências em jogos com amigos e o público da rede social em geral estava no seu ápice, espere para ver como isso poderá ficar depois do lançamento de Xbox One e PS4.
Ambos os consoles contam com funções que vão permitir a transmissão online da jogatina para serviços de streaming específicos sem a menor dificuldade. Fazer isso atualmente requer a utilização de equipamentos auxiliares que estão sempre sujeitos a problemas de qualidade. Fora isso, os dois consoles também vão permitir a gravação de tudo o que acontece na tela com muita facilidade, permitindo a edição posterior do conteúdo e sua publicação.
5. Expansão dos consoles para computação em nuvem
Quando as primeiras palavras sobre a computação em nuvem para os consoles começaram a surgir, muita gente ficou com uma pulga atrás da orelha por não entender muito bem como isso funcionaria. Na verdade, isso não vai significar mais espaço para armazenamento de dados, mas sim aumentar o poder computacional dos consoles.
Ou seja, o que a capacidade de processamento do console não consegue fazer será feito por supercomputadores das fabricantes, que vão entregar os resultados prontinhos para você em casa.
A Microsoft já falou sobre aumentar o poder do Xbox One com seus 300 mil servidores espalhados pelo mundo. A empresa demonstrou na E3 como o poder de processamento pode ser melhorado com a computação em nuvem com imagens de renderização de asteroides — 40 mil de uma só vez, para ser mais preciso.
Isso só é possível graças à capacidade de computação dos grandes servidores, que entregam o trabalho praticamente pronto para o console, que só precisa reproduzir o conteúdo na tela. Com isso, a empresa pretende melhorar a forma como os jogos aparecem no display, deixando gráficos e movimentos mais naturais.
O que mais você viu na E3 que pode mudar a forma como jogamos num futuro próximo? Compartilhe nos comentários o que você acha sobre as novidades que estamos para receber em casa.
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